Atolada em trabalho, cheia de sono, sem vontade de escrever...
Mas há novidades. Muitas!!
A gerência promete partilhar em breve.
Over and Out.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A idade (não) passa...
Nunca me debrucei muito tempo sobre esta questão, para muitas pessoas existencial.
A passagem da idade não me assusta. Admito, no entanto, que me deixa apreensiva, a hipótese de perder capacidades.
Recentemente, uma das pessoas mais importantes da minha vida completou 80 anos.
Juntaram-se amigos e família à mesa num convívio onde reinou a ternura. Ela estava imensamente feliz. E eu também por assistir a este momento tão bonito, junto da mulher que foi quase uma segunda mãe.
Entre conversas cruzadas, alguém me dizia: estava tão ansiosa, que hoje bem cedo foi fazer a caminhada matinal. Tratou de tudo, do restaurante, do cabeleireiro e até da recepção aos convidados que quisessem passar lá por casa.
Não me surpreendeu. É uma mulher guerreira. Mas, fiquei triste quando mais adiante ouvi: parece que quer contrariar o facto de se começar a aperceber que já tem algumas limitações.
Doeu muito. Fazemos que não vemos, não é connosco, que as nossas pessoas especiais são imortais. Queremos acreditar nisso. Porque nos faz bem, porque nos alimenta a alma e de nada vale sofrer por antecipação.
Mas há uma certeza inabalável: esta mulher que foi quase uma segunda mãe para mim vai estar sempre presente. Porque é um exemplo de vida!
A passagem da idade não me assusta. Admito, no entanto, que me deixa apreensiva, a hipótese de perder capacidades.
Recentemente, uma das pessoas mais importantes da minha vida completou 80 anos.
Juntaram-se amigos e família à mesa num convívio onde reinou a ternura. Ela estava imensamente feliz. E eu também por assistir a este momento tão bonito, junto da mulher que foi quase uma segunda mãe.
Entre conversas cruzadas, alguém me dizia: estava tão ansiosa, que hoje bem cedo foi fazer a caminhada matinal. Tratou de tudo, do restaurante, do cabeleireiro e até da recepção aos convidados que quisessem passar lá por casa.
Não me surpreendeu. É uma mulher guerreira. Mas, fiquei triste quando mais adiante ouvi: parece que quer contrariar o facto de se começar a aperceber que já tem algumas limitações.
Doeu muito. Fazemos que não vemos, não é connosco, que as nossas pessoas especiais são imortais. Queremos acreditar nisso. Porque nos faz bem, porque nos alimenta a alma e de nada vale sofrer por antecipação.
Mas há uma certeza inabalável: esta mulher que foi quase uma segunda mãe para mim vai estar sempre presente. Porque é um exemplo de vida!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Indiferença...
É talvez dos piores sentimentos que se pode ter. Isso e pena. Pena de alguém.
Felizmente, até à data, poucas pessoas conseguiram destabilizar o meu sistema nervoso e levar-me ao limite, aquela altura em que (metaforicamente) dou um murro na mesa e digo de mim para mim: chega!
Curiosamente são alminhas cínicas, petulantes, presunçosas e.. rídiculas.
Por isso a minha atitude em relação a elas - com quem tenho forçosamente de conviver pontualmente - (Thank God), oscila entre a indiferença e a pena.
A primeira é uma forma de me defender dos ataques infundados de gente cuja postura e atitudes são proporcionalmente equivalentes à ausência de bom senso e educação.
Depois, nessa tentativa forçada de tentarem pertencer a uma classe (sei lá qual), ter um certo estatuto (sei lá qual) acabam por fazer figuras rídiculas. São pessoas inseguras e mal formadas. Umas coitadas! Aí vem a pena.
É por isso que limito a comunicação ao mínimo, o contacto ao essencial, sem nunca faltar ao respeito a ninguém mas recuso-me terminantemente a alinhar nestes filmes onde a hipocrisia tem o papel principal.
Felizmente, até à data, poucas pessoas conseguiram destabilizar o meu sistema nervoso e levar-me ao limite, aquela altura em que (metaforicamente) dou um murro na mesa e digo de mim para mim: chega!
Curiosamente são alminhas cínicas, petulantes, presunçosas e.. rídiculas.
Por isso a minha atitude em relação a elas - com quem tenho forçosamente de conviver pontualmente - (Thank God), oscila entre a indiferença e a pena.
A primeira é uma forma de me defender dos ataques infundados de gente cuja postura e atitudes são proporcionalmente equivalentes à ausência de bom senso e educação.
Depois, nessa tentativa forçada de tentarem pertencer a uma classe (sei lá qual), ter um certo estatuto (sei lá qual) acabam por fazer figuras rídiculas. São pessoas inseguras e mal formadas. Umas coitadas! Aí vem a pena.
É por isso que limito a comunicação ao mínimo, o contacto ao essencial, sem nunca faltar ao respeito a ninguém mas recuso-me terminantemente a alinhar nestes filmes onde a hipocrisia tem o papel principal.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
E a Grécia, pah!!!
Há vários anos que está na minha lista de viagens, de países que quero mesmo conhecer.
Estava tudo encaminhado para fazer um périplo por Atenas e Santorini, quando rebentou esta crise e decidi mudar de rota, explorar outros locais igualmente interessantes para uma “viciada em viagens”.
Mas fiquei a suspirar por aquelas praias, as casinhas caiadas em tons de branco e azul (assim de repente fazem-me pensar em Alentejo).
E agora parece-me cada vez mais improvável, porque não faz parte dos meus planos andar no meio de motins ou enfrentar greves que me obriguem a ficar fechada num quarto de hotel....
Numa altura em que se equaciona a hipótese da Grécia sair da Zona Euro, e não se vislumbra uma saída para a crise em que está mergulhado o país*, é caso para perguntar: E a Grécia, pah?
* Continuo a ter esperança que Portugal seja mesmo um caso diferente. A ver vamos..
Estava tudo encaminhado para fazer um périplo por Atenas e Santorini, quando rebentou esta crise e decidi mudar de rota, explorar outros locais igualmente interessantes para uma “viciada em viagens”.
Mas fiquei a suspirar por aquelas praias, as casinhas caiadas em tons de branco e azul (assim de repente fazem-me pensar em Alentejo).
E agora parece-me cada vez mais improvável, porque não faz parte dos meus planos andar no meio de motins ou enfrentar greves que me obriguem a ficar fechada num quarto de hotel....
Numa altura em que se equaciona a hipótese da Grécia sair da Zona Euro, e não se vislumbra uma saída para a crise em que está mergulhado o país*, é caso para perguntar: E a Grécia, pah?
* Continuo a ter esperança que Portugal seja mesmo um caso diferente. A ver vamos..
Dias assim...
Não gosto de frio, nem de vento, nem do céu em tons de cinzento, nem de mudanças de hora.
Não gosto e pronto!
As mudanças de estação coincidem normalmente com alterações de humor e nem a ideia romântica, de ficar enroscada no sofá, a ver a chuva cair lá fora, enquanto visiono o melhor filme do mundo me convencem.
Ok, admito que é o melhor dos programas para dias assim (aliás já o mencionei), mas precisamente porque em dias assim, não há muitas alternativas. E é isso que me irrita solenemente. Isso e as toneladas de roupas e acessórios que implica esta bela (not) estação do ano.
Resta alinhar pela mesma batuta, enganar o ânimo com um chocolate quente e fazer das castanhas assadas as melhores amigas do Outono/Inverno.
As mudanças de estação coincidem normalmente com alterações de humor e nem a ideia romântica, de ficar enroscada no sofá, a ver a chuva cair lá fora, enquanto visiono o melhor filme do mundo me convencem.
Ok, admito que é o melhor dos programas para dias assim (aliás já o mencionei), mas precisamente porque em dias assim, não há muitas alternativas. E é isso que me irrita solenemente. Isso e as toneladas de roupas e acessórios que implica esta bela (not) estação do ano.
Resta alinhar pela mesma batuta, enganar o ânimo com um chocolate quente e fazer das castanhas assadas as melhores amigas do Outono/Inverno.
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