domingo, 30 de outubro de 2011

E por falar em coisas boas, poupança e afins… Brunch?

Quem não experimentou ponha o dedo no ar?
A moda do Brunch veio para ficar. Nos dias de maior preguiça, em que o despertador não tem ordem para tocar, sabe tão bem rumar a um local aprazível, com uma paisagem a condizer, para "forrar o estômago" com manjares que dão sentido à designação. Uma espécie de pequeno-almoço, almoçarado (passo a expressão), tendo em conta o tardio da hora.
Já fui. Confesso que gostei e repeti, várias vezes.
Mas nesta altura em que a carteira vazia nos enche a mente de criatividade, ficou a pairar a ideia de um dia repetir a experiência em casa. Criar um ambiente diferente, com uma toalha alternativa, música de fundo e pôr as mãos na massa.
Primeiro passo: correr à padaria mais próxima para comprar vários tipos de pão, bem fresquinho.
Segundo: Reabastecer a despensa de compotas e doces, juntar à ementa queijo fresco, presunto, patés variados, alguma bolachas e manteiga para barrar.
Folhas frescas de rúcula, tomate fatiado e uns ovos mexidos acabados de fazer completam a ementa.
Terceiro: Chá, café, leite, ou sumo? Todos. De preferência sumos de fruta naturais.
Se tudo isto for feito a quatro mãos (ou mais), ainda sobra tempo para degustar uma boa fatia de bolo caseiro, morninho, que se coze enquanto se apreciam todos os petiscos da mesa.
Nestes dias mais frios, até pode servir um "lanche ajantarado". Um bom filme e a melhor companhia fazem o resto. E o programa fica bem mais em conta, garantidamente!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Afinal estou na moda... do Tupperlunch!

Ao que parece, sou uma mulher à frente do meu tempo, pelo menos no que diz respeito à disciplina gastronómica, com efeitos de poupança financeira.
Multiplicam-se os artigos e reportagens sobre aquilo que se apresenta como sendo um novo conceito: Tupperlunch. Na prática, não é mais do que pegar nas tupperwares mais lindas lá de casa, e levar o repasto para o local de trabalho. Uma ideia que permite comer com mais tempo e claro poupar muitos euros ao final do mês.
Confesso que quando começei a trabalhar tive um certo preconceito em andar com a merenda atrás, até ao dia em que reparei que era mesmo a única que não o fazia. Gastava dinheiro, passa a vida a correr para engolir um almoço mal amanhado num restaurante próximo e perdia momentos de convívio com os meus caros colegas.
Passei a levar comida de casa, já lá vão muitos, muitos anos.
Onde é que está a novidade? Não sei, mas fico feliz por saber que me antecipei às tendências!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

É triste, mas compreendo...

“Portugal vai ter nos próximos quatro anos a segunda mais baixa taxa de fecundidade do Mundo, com apenas 1,3 filhos por mulher, apenas ultrapassado pela Bósnia-Herzegovina (1,1), de acordo com um relatório divulgado pelas Nações Unidas”.

Acredito no conceito de família. Acredito que é a base de tudo, que é em casa que se transmitem valores. Recordo-me de uma frase dita por uma amiga minha: “Criar é fácil, educar dá trabalho”.
Ter um filho exige disponibilidade a todos os níveis. E é certamente esta reflexão que leva cada vez mais casais a adiar, senão mesmo a colocar de parte a hipótese de aumentar a família. Egoístas, dirão uns. Realistas argumentarão outros. Quem tem razão? Todos provavelmente, porque cada um tem uma perspectiva de vida diferente.
Eu acredito que vale a pena pensar, reflectir e depois sim decidir. Lá diz o povo que quem muito pensa, pouco faz.
Que assim seja. Que assim parece ser.


 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Em dias de crise (e de chuva), inventar é o melhor remédio!

Austeridade. Essa palavra maldita que entrou de rompante no nosso dicionário e, ao que parece veio para se instalar confortavelmente por uns bons tempos: no nosso trabalho, na nossa casa, na nossa cabeça.
Oi? Pois é, contra factos não há argumentos. Vivem-se tempos difíceis, avizinham-se momentos duros mas baixar os braços não será, de todo, o melhor remédio.
Pode parecer utópico, descontextualizado e até capaz de provocar comentários do tipo: falar (ou escrever) é fácil.
Pois, façamos o seguinte: mudemos o discurso. Quantas vezes começamos o dia, ou a semana com a frase: tenho de, devia, um dia, se pudesse.. Que tal: vou, quero, consigo.
E podemos aplicar isso a coisas tão simples como quebrar a rotina, dar um pontapé na monotonia e ir, indo.
Há tanto para ver, fazer, experimentar e a custo zero. Basta procurar, ter imaginação e, acima de tudo iniciativa.
Eu vou: convidar uns amigos, fazer umas panquecas e dar umas boas gargalhadas.
E não há chuva, nem crise que me estrague um serão assim! Porque as melhores coisas do mundo, são de graça!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mudar de Vida!

Falta um mês. Mais coisa menos coisa.
A vontade cresce aliada ao receio de trocar o certo (ainda que insuficiente) pelo desconhecido (apesar de me ter acompanhado durante toda a vida).
Tenho para mim, que quando o impasse bate à porta, o melhor é seguir caminho, sem olhar para trás, acreditando sempre que o amanhã será melhor que hoje.
Mudar? Porque não?
O primeiro passo é dado hoje, com a criação (tantas vezes adiada) de um cantinho assim, quando falta cerca de um mês. Mais coisa, menos coisa.