Nem chegou a haver ausência, apenas alguma inércia que impediram dia após dia escrever umas coisas.
E tanto se passou no último mês...
Pois bem que podia falar da passagem de ano, que foi calma mas surpreendente com uma boa notícia para a família no dia 31 :-)), ou do frio que Janeiro trouxe e Fevereiro parece querer manter (coisas deles).
Podia falar do naufrágio do Costa Concórdia e de como nunca fui fã de cruzeiros, do aniversário do Eusébio que invadiu todas as televisões, do desmoronamento de prédios no Rio de Janeiro, da saída de Carvalho da Silva da CGTP, da taxa de desemprego que não pára de aumentar neste belo paraíso a beira-mar plantado.
Podia dizer que, felizmente, estou (continuo) cheia da trabalho, e que no trabalho se esperam novidades, em breve.
Que um dos meus mais queridos colegas vai aventurar-se num novo desafio e eu já lhe sinto a falta, apesar da imensa felicidade que sinto por ver que está a crescer, a ser feliz profissionalmente.
Em vez de tudo isso, prefiro dizer que estou expectante (mais uns exames) e hoje, ou a partir de hoje, estou com o coração do tamanho de uma ervilha, a pedir com todas as minhas forças boas notícias.
Porque só depois, poderei viver em pleno uma nova fase, que tem tudo para ser maravilhosa!
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