Austeridade. Essa palavra maldita que entrou de rompante no nosso dicionário e, ao que parece veio para se instalar confortavelmente por uns bons tempos: no nosso trabalho, na nossa casa, na nossa cabeça.
Oi? Pois é, contra factos não há argumentos. Vivem-se tempos difíceis, avizinham-se momentos duros mas baixar os braços não será, de todo, o melhor remédio.
Pode parecer utópico, descontextualizado e até capaz de provocar comentários do tipo: falar (ou escrever) é fácil.
Pois, façamos o seguinte: mudemos o discurso. Quantas vezes começamos o dia, ou a semana com a frase: tenho de, devia, um dia, se pudesse.. Que tal: vou, quero, consigo.
E podemos aplicar isso a coisas tão simples como quebrar a rotina, dar um pontapé na monotonia e ir, indo.
Há tanto para ver, fazer, experimentar e a custo zero. Basta procurar, ter imaginação e, acima de tudo iniciativa.
Eu vou: convidar uns amigos, fazer umas panquecas e dar umas boas gargalhadas.
E não há chuva, nem crise que me estrague um serão assim! Porque as melhores coisas do mundo, são de graça!
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