quinta-feira, 27 de outubro de 2011

É triste, mas compreendo...

“Portugal vai ter nos próximos quatro anos a segunda mais baixa taxa de fecundidade do Mundo, com apenas 1,3 filhos por mulher, apenas ultrapassado pela Bósnia-Herzegovina (1,1), de acordo com um relatório divulgado pelas Nações Unidas”.

Acredito no conceito de família. Acredito que é a base de tudo, que é em casa que se transmitem valores. Recordo-me de uma frase dita por uma amiga minha: “Criar é fácil, educar dá trabalho”.
Ter um filho exige disponibilidade a todos os níveis. E é certamente esta reflexão que leva cada vez mais casais a adiar, senão mesmo a colocar de parte a hipótese de aumentar a família. Egoístas, dirão uns. Realistas argumentarão outros. Quem tem razão? Todos provavelmente, porque cada um tem uma perspectiva de vida diferente.
Eu acredito que vale a pena pensar, reflectir e depois sim decidir. Lá diz o povo que quem muito pensa, pouco faz.
Que assim seja. Que assim parece ser.


 

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