Há sempre. Para tudo.
No corrupio dos dias, no amontoar dos afazeres impostos pela organização do baptizado/festa de anos da bebé, com muitos imprevistos pelo meio, decidi recorrer aos serviços de limpeza de uma empresa.
Num minuto estava a pesquisar várias opções, pouco depois recebia um telefonema e pronto, agendamento feito.
Com o pai e a criança em casa, duas senhoras (que não cheguei a conhecer) prometiam deixar o lar num brinco.
Reticente mas desesperada, acreditei. Preparei tudo de véspera de modo a facilitar a vida às fadinhas profissionais: lençóis para mudar, brinquedos mais ou menos arrumados na caixa para não haver desculpas. Indicações claras para resultados optimizados.
Era a ideia. Ao fim de duas horas e meia, a factura e um resumo ao telefone: “está limpa mas nada que se compare com a que tu fazes”.
É daqueles elogios que saberia melhor ouvir se não tivesse acabado de largar a nota.
Ver para crer. Tudo certo mas então lavar o chão com aguinha e detergente não? Não. Só mopa em tudo e mais alguma coisa. No dia seguinte passei a esfregona no chão do quarto. Quando a espuma se sumiu lá estava ele a repousar bem no fundinho: o cotão que as senhoras não quiseram levar...
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